Revista de Inovação em Extensão
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<p>A <strong>Revista de Inovação em Extensão</strong> é uma publicação em fluxo contínuo dedicada à divulgação de projetos de extensão universitária em todo o território nacional. Com o objetivo de preencher uma lacuna significativa na visibilidade das atividades extensionistas, a revista se propõe a ser um fórum de discussão e troca de experiências entre instituições acadêmicas, tanto no Brasil quanto internacionalmente.</p> <p>A revista foca na publicação de estudos de caso, pesquisas aplicadas e relatos de experiência que contribuem para o aprimoramento das práticas extensionistas. Além disso, busca promover a interdisciplinaridade e a integração entre a universidade e a comunidade, reforçando o papel social da extensão universitária.</p> <p>Por meio de edições temáticas e chamadas periódicas, a <strong>Revista de Inovação em Extensão</strong> estimula a colaboração entre diferentes áreas do saber e fortalece o diálogo entre academia e sociedade, contribuindo para a construção de um conhecimento mais aplicado e relevante para a realidade social.</p> <p><strong>Periodicidade: </strong>A partir de 2024, Volume 1 em diante, nossa revista publica no formato de <strong>Publicação Continua</strong> (<em>Rolling Pass</em>), com os artigos publicados em um único volume no ano.</p> <p>Prof. Dr. Luiz Augusto da Silva<br />Prof.ª Drª. Kelly Cristina Nogueira Soares</p> <p>Editores da Revista de Inovação em Extensão</p>UniGuairacápt-BRRevista de Inovação em Extensão2966-4365O FRACASSO ESCOLAR: NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE CAPITAL CULTURAL DE PIERRE BOURDIEU
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<p> Este trabalho tem como objetivo analisar fenômeno do fracasso escolar no contexto da educação brasileira à luz do conceito de capital cultural de Pierre Bourdieu, em diálogo com contribuições da Psicologia da Educação. Trata-se de um método de pesquisa qualitativa, de natureza bibliográfica, fundamentada na revisão de produções nacionais e internacionais sobre fracasso escolar, capital cultural e processos de escolarização. A análise evidencia que a escola tende a valorizar repertórios culturais das classes dominantes, convertendo diferenças socioculturais em desigualdades de desempenho escolar. Observa-se que estudantes das camadas populares enfrentam maiores dificuldades de permanência e êxito escolar, não por limitações individuais, mas pela distância entre seu capital cultural e aquele legitimado institucionalmente. Conclui-se que o enfrentamento do fracasso escolar exige práticas pedagógicas e políticas educacionais comprometidas com a equidade, o reconhecimento da diversidade cultural dos estudantes e a superação de abordagens individualizantes.</p>Gregory Lucas Delonzek Brizola
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